Quinta-feira, Dezembro 17, 2009
Domingo, Dezembro 13, 2009
Estreia

APRESENTAÇÃO DE CURTA-METRAGEM "RAIZES", NA PORTA DE LAMAS DE MOURO SOBRE A PRÉ-HISTÓRIA NA FREGUESIA DE CASTRO LABOREIRO
A Associação de Desenvolvimento das Regiões do Parque Nacional da Peneda-Gerês, em colaboração com o Parque Nacional da Peneda-Gerês e a Câmara Municipal de Melgaço, apresentam, no dia 12 de Dezembro de 2009, no auditório da Porta de Lamas de Mouro, a curta-metragem "Raizes", que aborda a pré-história em Castro Laboreiro.
Esta foi produzida no âmbito do Projecto Gestão e Dinamização da Visitação no PNPG, projecto co-financiado pelo Programa Operacional Regional do Norte (ON2), no domínio da Gestão Activa de Espaços Protegidos e Classificados, do objectivo específico Gestão Activa da Rede Natura e da Biodiversidade do Eixo Prioritário III Valorização e Qualificação Ambiental e Territorial.
Convida-se todos os interessados para a apresentação da curta-metragem.
Serão realizadas, no dia 12 de Dezembro de 2009, duas apresentações, uma às 16h00 e outra às 21h00.
A participação na apresentação é gratuita, mas está sujeita a marcação prévia na Associação de Desenvolvimento das Regiões do Parque Nacional da Peneda-Gerês ou na Porta de Lamas de Mouro.
A Associação de Desenvolvimento das Regiões do Parque Nacional da Peneda-Gerês, em colaboração com o Parque Nacional da Peneda-Gerês e a Câmara Municipal de Melgaço, apresentam, no dia 12 de Dezembro de 2009, no auditório da Porta de Lamas de Mouro, a curta-metragem "Raizes", que aborda a pré-história em Castro Laboreiro.
Esta foi produzida no âmbito do Projecto Gestão e Dinamização da Visitação no PNPG, projecto co-financiado pelo Programa Operacional Regional do Norte (ON2), no domínio da Gestão Activa de Espaços Protegidos e Classificados, do objectivo específico Gestão Activa da Rede Natura e da Biodiversidade do Eixo Prioritário III Valorização e Qualificação Ambiental e Territorial.
Convida-se todos os interessados para a apresentação da curta-metragem.
Serão realizadas, no dia 12 de Dezembro de 2009, duas apresentações, uma às 16h00 e outra às 21h00.
A participação na apresentação é gratuita, mas está sujeita a marcação prévia na Associação de Desenvolvimento das Regiões do Parque Nacional da Peneda-Gerês ou na Porta de Lamas de Mouro.
publicado a 26-10-2009 em www.adere-pg.pt
géneros
A commedia dell'arte foi uma forma de teatro popular improvisado, que começou no séc. XV na Itália e se desenvolveu posteriormente na França e que se manteve popular até o séc. XVIII. A “Commedia dell’arte” vem se opor à “Comédia Erudita”, também sendo chamada de “Commedia All’improviso” e “Commedia a Soggetto”. Esta forma ainda sobrevive através de alguns grupos de teatro.
Suas apresentações eram feitas pelas ruas e praças públicas. Ao chegarem à cidade pediam permissão para se apresentar, em suas carroças ou em pequenos palcos improvisados. As companhias de commedia dell’arte eram itinerantes e possuíam uma estrutura de esquema familiar. Seguiam apenas um roteiro, que se denominava “canovacci”, mas possuindo total liberdade de criação; os personagens eram fixos, sendo que muitos atores viviam exclusivamente esses papéis até a sua morte.
Suas apresentações eram feitas pelas ruas e praças públicas. Ao chegarem à cidade pediam permissão para se apresentar, em suas carroças ou em pequenos palcos improvisados. As companhias de commedia dell’arte eram itinerantes e possuíam uma estrutura de esquema familiar. Seguiam apenas um roteiro, que se denominava “canovacci”, mas possuindo total liberdade de criação; os personagens eram fixos, sendo que muitos atores viviam exclusivamente esses papéis até a sua morte.
retirado de wikipédia
Sábado, Dezembro 12, 2009
in-arte-ctividade
...os sons que produzirem poderão ser escutados simultaneamente em qualquer computador do mundo com ligação à Internet em banda larga. Este será o resultado mais evidente e imediato da inauguração oficial do canal televisivo que a Casa da Música criou na Internet, no endereço www.casadamusica.tv, o qual, a partir daqui, emitirá regular e gratuitamente os concertos desta sala de espectáculos e disponibilizará um conjunto alargado de outros conteúdos.mais aqui
Sexta-feira, Dezembro 11, 2009
suspensão...serviço público...

Nighthawks (1942) by Edward Hopper
ensaios para "Jardim Zoológico de Cristal"
por Ao Cabo Teatro, encenação Nuno Cardoso.
The Glass Menagerie (Tennesse Williams)
Quinta-feira, Dezembro 10, 2009
Segunda-feira, Dezembro 07, 2009
silently missing
this
It's all about new begginings, about recapturing that youth and the feeling you had when you first met happiness even if it was filled with difficulties and boundaries to overcome.
Being responsable to assemble a group of young people made me think about this "new blood" that is starting now to build new things, that are now facing problems we new and even problems we'll never have to get through...
Being responsable to assemble a group of young people made me think about this "new blood" that is starting now to build new things, that are now facing problems we new and even problems we'll never have to get through...
long weekend
Excerto retirado da obra “O Improviso de Versalhes” de Molière.
(…)
Molière
(Para Du Croisy)
Vós fazeis o poeta, vós, e deveis encher-vos desse personagem, marcar esse ar pedante que conserva entre o comércio da boa sociedade, esse tom de voz sentencioso, e essa exactidão de pronúncia que apoia sobre todas as sílabas, e não deixa escapar nenhuma letra da mais severa ortografia.
(Para Brécourt)
Para vós, fazeis um honesto homem de corte, como já fizestes na crítica da escola das mulheres, quer dizer que deveis tomar um ar posado, um tom de voz natural, e gesticular o menos que vos for possível.
(Para La Grange)
Para vós, não tenho nada a dizer.
(Para a Menina Béjart)
Vós, representais uma dessas mulheres que, desde que não façam o amor, julgam que tudo o resto lhes é permitido, uma dessas mulheres que se entrincheiram sempre orgulhosamente sobre o seu recato, olham cada um de alto a baixo, e querem que todas as mais belas qualidades que os outros possuem não sejam nada em comparação com uma honra miserável com que ninguém se preocupa. Tende sempre esse carácter perante os olhos, para daí tirar muitas caretas.
(…)
(…)
Molière
(Para Du Croisy)
Vós fazeis o poeta, vós, e deveis encher-vos desse personagem, marcar esse ar pedante que conserva entre o comércio da boa sociedade, esse tom de voz sentencioso, e essa exactidão de pronúncia que apoia sobre todas as sílabas, e não deixa escapar nenhuma letra da mais severa ortografia.
(Para Brécourt)
Para vós, fazeis um honesto homem de corte, como já fizestes na crítica da escola das mulheres, quer dizer que deveis tomar um ar posado, um tom de voz natural, e gesticular o menos que vos for possível.
(Para La Grange)
Para vós, não tenho nada a dizer.
(Para a Menina Béjart)
Vós, representais uma dessas mulheres que, desde que não façam o amor, julgam que tudo o resto lhes é permitido, uma dessas mulheres que se entrincheiram sempre orgulhosamente sobre o seu recato, olham cada um de alto a baixo, e querem que todas as mais belas qualidades que os outros possuem não sejam nada em comparação com uma honra miserável com que ninguém se preocupa. Tende sempre esse carácter perante os olhos, para daí tirar muitas caretas.
(…)
momentado por
Daniel Pinheiro
Quinta-feira, Dezembro 03, 2009
Werner Herzog on Theatre Actors
Porque é que não trabalha com actores de teatro?Às vezes acontece, mas é difícil retirá-los ao mundo da representação teatral, que é completamente diferente. Quando a câmara está apenas a alguns centímetros das caras deles, a mais leve mudança é já de mais e sussurrar a um nível mesmo que mínimamente mais alto é completamente incorrecto e ridículo. Quando vejo filmes percebo imediatamente, mesmo a léguas, se um actor vem do teatro, e não acredito numa só palavra do que diz. E isto demonstra como o teatro se tornou morto, sem vida e desinspirado. Para mim é impossível ver teatro.
in, Sinais de Vida. Werner Herzog e o Cinema.

Werner Herzog
'Heart of Glass' (1976)
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