quinta-feira, junho 07, 2007

passou uma semana...

Há uma semana atrás fui a Serralves, ao evento "40 horas non stop", ainda não descobri se são ou não 40 horas efectivamente...
Este ano a programação centrava-se essencialmente no público alvo que eram as familias e as crianças que as acompanhavam, bastantes peças de teatro infantis (mais ou menos) mas que agradavam qb. tanto a adultos como a graúdos. Tive a oportunidade de ver a exposição patente no Museu de Serralves, não houve no entanto nada que fosse de facto espectacular, e que valha a pena salientar. Dos eventos que decorreram no espaço aberto dos jardins de serralves, por diferentes percursos, gostei especialmente da intervenção feita pelo NEC (nucleo de experimentação coreográfica) feita no âmbito de um conjunto de performances, cujo conjunto se designava por "A Arte de se Perder na Multidão...", um conceito que promovia diferentes happenings de assinaturas várias que aconteciam de forma subtil, e que se destacavam pela simplicidade e por cumprir com os objectivos. Especificamente gostei da performance interactiva do Victor Hugo Pontes, voyeur, e da performance do coreógrafo Andreas Dyrdal. Ambas impactantes nos momentos em que aconteciam, mas que sobreviviam escondidas do olhar das massas de pessoas que circulavam despreocupadamente na tarde de Sábado (2 de Junho). A noite foi um conjunto de boas (nem todas) surpresas. Com a vizualização de um filme françês "Valparaíso" acerca do Chile, e os concertos no prado, o primeiro preenchido de um revivalismo dos anos 90, o segundo um flop de um desconhecido conceituado DJ que está em vogue e finalmente om som de kuduro progressivo que acabou por animar a noite até o céu começar a ganhar novamente a cor de que todos gostamos. Seguem-se algumas fotos desse dia solitário e inesperado.











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