quinta-feira, agosto 30, 2007

testing...testing...1.2.3

video

producoessuplementares.blogspot.com

quarta-feira, agosto 29, 2007

aconteceu hoje no porto.

foi na praça da cordoaria...no porto.


noites sem tempo

Fim do mundo...ou simplesmente eu morto?!

E no mesmo instante que o mundo decide desabar,
Encontro o descanso, a paz, torno-me feliz
Por adquirir o mais recente conhecimento de mim
Alguém que morrerá pelas consequências naturais
De um desastre global.
O mundo engole-se a ele mesmo, derretendo-se
Numa bola de fogo que consome séculos de sabedoria
E expansão humana e que se torna pó invisível
E se perde no espaço em pequenas partículas.
Eu tornar-me-ei numa delas. E descanso no momento
Em que o pânico deveria tomar conta do meu corpo,
Em que todos os meus sentidos se preparavam para o pior
E todo o esqueleto vibrava com a força que os músculos exerceriam
De medo.
No entanto olho sereno para um alvoroço de gente
Que se move, esperneia, esbraceja e tenta morrer da maneira
Mais caótica e desesperante possível, sabendo que no fundo
Nada daquilo os salvará.
Ao longe, além, vejo os deuses, que surgem em figuras de barro
Penduradas do firmamento e se escancaram a rir
Vendo com deleite o assombro humano perante tal catástrofe,
E ouvem incrédulos os seus nomes próprios, inventados e sempre
Proferidos pelos sabiamente ridículos: os humanos.
Eu nesse mesmo instante (porque tudo demora apenas três segundos)
Consigo perceber a incapacidade do Homem para se resignar,
Permanecer sentado e acomodado numa rocha perto do mar
E ver o mundo atingir o fim do seu ciclo de vida.
Ainda há alguns que dormem, em recantos em que a noite se faz sentir
E sonham com um mundo melhor, um amanhã sem tantos problemas...
Esses morrem também em paz, com uma pedra que subitamente se gerou
No tecto por cima das suas cabeças e lhes atingiu o crânio de maneira
Fatal, um segundo antes de o seu corpo acordar e todos os sentidos
Alertarem o cérebro para o perigo...morrem num sonho sem fim.
Três segundos passaram.
Permaneço no escuro... do espaço sideral, e tudo escuro.
O silêncio ensurdece-me, e todos morreram...O negrume dá lugar à penumbra de um quarto, vejo que é um quarto. Assim que os meus olhos recuperam gradualmente a visão, as pupilas dilatam-se ao máximo, e eu consigo ver o corpo de alguém. Aquilo que penso ser a lua, ilumina perfeitamente o corpo estendido no chão, a luz que entra obliqua banha-lhe o rosto de tal maneira estranha que se torna irreconhecível. Aproximo-me, e sou eu. O meu coração aperta-se, e sinto-me pequeno, o meu corpo começa a produzir suores que de tão quentes que são se evaporam rapidamente e sinto-os a esfumarem-se frios do meu corpo, os músculos tremem, e de repente nada disto é verdade... recupero memória, sem nunca ter percebido que a tinha perdido, e olho instintivamente para o braço do meu corpo estendido no chão, e vejo um frasco de comprimidos, esgotado até ao fim. Morri. E agora? A luz acende-se. É a minha mãe. Morri.

terça-feira, agosto 28, 2007

we're made of friends









uma imensidão....de querer que o coração seja um só e carregar com mais mil por dentro.

sem motivo

A fotografia pousada na mesinha de cabeceira

Lado a lado mergulhadas num encarnado súbito
Antes de serem ocupadas, jazem sós
As luzes movem-se e a eternidade rouba-lhes
Um pouco, apenas, da sua existência
Tão banal. Tão usual.
Afastadas vivem ainda, cobertas de pó
Num recesso local, onde a luz do sol penetra
E as ilumina levemente, e o sol esburacado
Come lentamente a cor, essa cor verdadeira
Que olhos não viram, porque morreram
Na contraluz de um oceano de vermelho,
Deram os últimos suspiros nas mãos de uma mulher
Arrastadas pelo chão, trocando os dias por esse momento
Vivo nos olhos de quem senta de frente, ali perto...
Mulher que passivamente as fazia rastejar pelo chão de linóleo
Tantas vezes pisado, limpo, retocado, tratado...
Moram lado a lado nessa fotografia desfocada
Filha de um erro, de um clique estragado, de uma máquina enferrujada.
Um segundo bastou, e assim a eternidade
Guardará para sempre uma imagem delas
Que permanecem inconscientes na cabeça de quem as viu,
De alguém que um dia se sentou nelas
E morrerão segunda vez.

Para mim, existem aqui, mergulhadas em mim, no vermelho...

quinta-feira, agosto 23, 2007

performance. merce cunningham

merce cunningham

roubado. estudos sobre a performance

roubado aqui

"Immaterial performance suggests that performance consists of particular scripts that engage, involve and empower individuals, groups or even objects to perform their existence as becoming. Performance thus is constituted by engagements in defined typologies of scripting and contexts, and not by anything engaged in the action of performing. Performance appears through a precision in naming a context, in accounting an environment or a frame, and through those processes manifests something as performance. (...)"
"Immaterial performance proposes a shift towards performance as activity, shared through multiplicities of relations, rather than performance as representation.
Immaterial performance engages through activation, not in performance, i.e., participation, but as an emancipated spectator through intensities of performance.
Immaterial performance expands the notion of the stage towards being able to frame situations where the performer and the audience can merge into one entity, not through conventions of participation, but through the opportunity to charge social interaction and thus politicize everyday behavior.
Immaterial performance performs the performance of the already there, through minimal reconfigurations of the spatio-temporal coordination. (...)"

finding sylvia plath

cronologia

1932 Sylvia Plath nasce, 27 Out, Boston, EUA ### 1940 morre pai, Otto Plath, polaco, professor de biologia. torna-se objecto da poesia da filha ### 1950 entra para o Smith College com uma bolsa; publica vários trabalhos literários ganhando diversos concursos ### 1952 publica na revista Mademoiselle, “Sunday at the Minton's”, ganha uma bolsa para frequentar um seminário em Nova Iorque ### 1953 1ª tentativa de suicídio, é internada ### 1954 regressa ao S.C. onde apresenta uma tese sobre dupla personalidade nas personagens em Dostoievski; colabora em várias revistas e publicações universitárias ### 1955 conclusão do curso no S.C.; bolsa fullbright para ensinar em Cambridge, Inglaterra ### 1956 casamento com poeta inglês ted hughes; viagem a paris e espanha ### 1957 EUA com Ted Hughes; abandona o ensino para se dedicar á produção literária ### 1959 Inglaterra ### 1960 Londres; assina o contrato para publicar o seu 1º livro de poesia “The Colossus and other Poems”, Out; nasce 1ª filha – Frieda ### 1961 escreve “The Bell Jar” sob o pseudónimo de Victoria Lucas ### 1962 nasce 2º filho; o seu 1º livro de poemas é publicado nos EUA; Ted Hughes tem umj caso com Assia Gutman (que Sylvia conhecera em 1961); Separação do casal; Sylvia passa a viver em Fitzroy Road em Londres ### 1963 Sylvia vive com dificuldades financeiras com ajudas de Ted H. e da sua mãe Aurélia Plath; novo período e grande actividade literária; manhã e de 11 de Fevereiro, levanta-se, faz o pequeno-almoço para os filhos, fecha-se na cozinha com todas as janelas e portas calafetadas e abre o gás do fogão, suicidando-se; Sylvia Plath morre, 11 Fev, Londres, Inglaterra ### 1965 Ted Hughes dirige a publicação do último trabalho de Sylvia P. - Ariel.

escritos de um domingo passado

hating has so much love.

porque é que crescemos a desenvolver esta incrível capacidade na maior parte dos seres humanos de nos odiarmos profundamente e de odiarmos tão profundamente aquilo que fazemos e o que somos? facilmente todo o ser humano se afunda em depressões e em espirais de tristeza e cada vez se torna mais difícil de sair desse sítio, dentro de nós, que tão confortável se torna para nos massacrarmos individualmente e nos sentirmos culpados pelo nada que somos. Inconscientemente é numa confortabilidade incrível que nos sentimos inúteis e tristes e desenvolvemos essa capacidade de maneira a aprumá-la para que ela surja espontaneamente quase independente da nossa vontade. alimenta-se de razões ambíguas, contrastantes como causa e consequência de uma acção que ocorre no âmago de cada ser-humano e que subsiste à conta de uma apatia geral. é quase surpreendente a maneira como nos odiamos pessoalmente mas com tanto amor, odiamo-nos com uma dedicação especial que não aplicamos a muitas coisas na nossa vida.
somos seres de tristezas e de cansaços... vivemos felizes nos dias em que o vírus decide descansar, quem sabe, esconder-se nas trevas da alma humana (essa entidade interior e exterior a cada um de nós, essa coisa a que não sabemos dar nome) e reabastece-se de energias da escuridão para nos voltar a assombrar, faça sol, chuva, vento, frio, calor, etc...
o gosto dos outros

os gostos não se discutem e ao mesmo tempo fluem de boca em boca, de pessoas que se conhecem e partilham os gostos, é algo que serve como ponto em comum dentro de grupos de pessoas que partilham as suas amizades e mais do que isso partilham as suas vidas. não sabemos se somos amigos porque gostamos das mesmas coisas, ou se gostamos das mesmas coisas e por isso é que somos amigos... a verdade é que é uma linha muito ténue entre os gostos que partilhamos entre uns e outros, como moeda de troca nas amizades que se constroem lentamente, com base na confiança e na partilha.
gostamos daquilo que gostamos, e tentamos gostar daquilo que as pessoas mais queridas gostam, tentamos descobrir e mergulhar no mundo pessoal do gosto especifico uns dos outros.
a verdade é que os gostos são coisas particularmente distintas que na solidão das nossas casas valem os que realmente gostamos, ou aquilo que para nós tem algum significado porque nos lembra de alguém ou de um momento muito importante nas nossas vidas.
ontem vi de novo o filme “o gosto dos outros” da agnes joui, lembrei-me porque gostei tanto do filme da primeira vez que o vi... e desta vez partilhei-o com alguém que não o conhecia. partilhei algo do meu gosto pessoal... á partida também nos esforçamos por partilhar aquilo de que gostamos por acharmos que outra pessoa também vai gostar...
a banda sonora foi algo que se destacou desta segunda vez que vi o filme, árias de opera e música clássica contrastando com o ambiente urbano e coqueluche que se vive em alguns bairros de Paris. A pintura que a realizadora nos faz do mundo dos artistas subitamente interrompido por um empresário que se apaixona pela professora de Inglês que é a actriz principal de uma peça de teatro – Bérénice – e procura por todos os meios tentar satisfazê-la por tentar descobrir aquilo que mais lhe agrada. O filme segue a vida de um homem comum, considerado um estranho ao mundo artístico, que acaba por ser mais open-minded do que o grupo de artistas em que se acaba por ver envolvido. Um grupo de pessoas cuja mente é apenas aberta aos seus pequenos mundos e frustrações pessoais, e que vivem igualmente cheias de preconceitos e medos como qualquer ser humano, caindo inconsequentemente no erro comum nos julgmentos sem justa causa de quem, ou daquilo que ainda não conhecem, procurando á partida excluir tudo e todos que venham interromper o seu habitat natural de pseudo intelectualismo forçado pelas aparências e o status que procuram não perder face a si mesmos. Tudo isto nos é revelado muito naturalmente com personagens principais que advieram de algo que originalmente seria suposto ser um filme policial.Enfim... parece que os gostos de cada um nunca deixam de ser os gostos de outros, e de uma maneira ou de outra podemos sempre encontrar maneira de gostar, basta procurar essa abertura e disponibilidade que tanto se fala e quase nunca é praticada.



e as tragédias em françês ganham um je ne sais quois...adoro!

terça-feira, agosto 21, 2007

after midnight

Sexo pequeno. curto

Sexo puro, sem paixão,
Corpos sujos de suor e imagens retorcidas
De sémen que jorra imparável, sem destino
Mãos másculas que seguram os mastros
De botes à deriva num mundo de animais
De noites cheias de recantos obscuros
Onde o cheiro de corpos humanos
Exala nos momentos que não se podem ver,
Brota de caras que se escondem de vergonha
Brota de prazer contido, nas mentes de passageiros
Brota de viagens de máscaras, num carnaval de nojo
Que se torna impossível de reter o desejo
Incontrolavel, a vontade que urge das bocas ansiosas
De liquido reprodutor.
Oh, Tu que decerto deves ter fechado os olhos
Muito antes de tudo existir, antes mesmo das bocas
Se abrirem para dar voz aos pensamentos
Que preenchem os sonhos que rapidamente se esquecem.
Orgias de depravação conjunta
De dignatários passivos, e prostitutos que ganham
Poder. O poder do sexo.

novo trabalho - estreia em Setembro

quinta-feira, agosto 16, 2007

em memória do dia da Nossa Senhora...

O elemento de desejo...

Tu mulher que te ergues como sereia
Que navegas o alcatrão, como quem percorre o mar
Mulher que te encontras perdida na paisagem deserta,
Num horizonte sem fim, encontras o teu propósito.
A tua forma de ser, e toda tu te perdes vermelha
No fundo vermelho de um caminho que vai até ao infinito.
Tu mulher que és a essência viva de quem é.
Tu mulher que és o nada e o tudo, e sempre vermelha
Sempre encarnada, a luz do sol ilumina-te o rosto,
E todo o teu corpo jaz na sombra de ti.
O farrapo que envolve a tua carne, iludindo
O mundo de que és apenas mulher.
Mas és mulher, acima de tudo mulher que
Sorris e arrebatas compaixão, desejo, e intriga.
Tu mulher que te mascaras e exerces o fascínio
De figuras míticas, ainda só encontradas no profundo mar,
no mar de cada um.
Mulher, mulher, mulher...
Voz cava, e melodia de encantar.
Caminha por essa estrada, feita ninfa, feita mulher
A excepção de tudo, e mudas a direcção do mundo.
Segues o teu rumo, e o horizonte afasta-se
Porque sabe que tu és carne, sangue e
O teu coração há-de bater pela última vez nessa estrada
Estrada banhada de vermelho ardente, e tu...
Mulher.

segunda-feira, agosto 13, 2007

recordando... [Sexta-feira, Abril 14, 2006]

foi numa sexta feira, 14 de Abril de 2006, que tudo isto começou. o blog. uma brincadeira que foi crescendo... uma espécie de diário que nunca tive, um espaço para partilhar as palavras que escrevo e aquilo que as complementa para fazerem sentido.
esqueci-me de sublinhar o dia, o mesmo dia (mas em 2007), que completou um ano. o post foi este: "nova cara!", próximo do dia em que completava o 1º ano de existência de uma vida que não tem data marcada para acabar. mas que, como todas as vidas, acaba. o quando ninguém sabe... e entretanto as palavras escritas, e as imagens e os vídeos e tudo o que possa fazer parte vai continuar a estar aqui.

tema recorrente: amor


Simples, talvez...

Amor, como se às vezes amar não fosse
Como se amar às vezes não se tornasse,
Como se amar às vezes não fraquejasse,
Amar simplesmente com a vontade de querer ir,
Amar simplesmente com a vontade de se tornar,
Amar com a força de fraquejar.
Amar um amor que nos torna simples,
Um amor que se perde na inquietude dos dias,
Um amor que não se conhece,
Um amor que não se vê,
Um amor que se ama assim só por estar,
Só por ser, ver, olhar, ouvir, escutar, sentir.
Sentir um amor que se fosse outra coisa
Teria muito mais significado.
Amar um amor, amá-lo sem significado.
Simplesmente amor, ou
Amor simplesmente. A diferença está no amar.

domingo, agosto 12, 2007

labeled as: "13 poemas, um coveiro e uma noite" série

Virgínia e eu, escrevemos um poema...

E a vida segue de novo um rumo,
À um momento atrás, olhei para o passado
E ele riu-se...
Sorriu, e pela primeira vez senti que
Sorria para não chorar, sentia-se pela primeira vez
Sozinho e perdido.
Olho para estes dois seres estranhos que me escoltam
Passado e Futuro.
Ambos sorriem, um porque finalmente segue sozinho
O outro porque tem um companheiro de viagem.
Por vezes, no escuro perco-me e sei que estou entre eles.
Não percebo porquê, ou como, mas sinto que...
Sinto que...
Sinto que há uma viagem que flui na maior das solidões,
E a vida é mesmo isso, algo que se mexe só por si.
A vida, eu, entre o passado e o futuro.
Incertos de qualquer certeza, incapazes de desvendar
A noite, o dia, as horas...
***rodapé: uma série de poemas e contos, mais precisamente (como o nome indica) 13 poemas e 2 contos, exponho-os agora no blog depois de ter perdido a oportunidade de terem sido editados, há coisas que quando estão prontas é para outros olhos as verem.

absolut dali

a exposição de salvador dalí está patente no Palácio do Freixo, espaço que eu pessoalmente desconhecia, e que me abriu o apetite para lá voltar e fazer parte de uma recuperação magnifica a que está a ser exposto, numa tentativa de preservar o passado de uma casa requintada com (creio eu) bastante história.

são desenhos, pontas secas, de salvador dalí que estão expostos, subjacentes a temas bastante concretos agrupam-se de acordo com aquilo que transmitem (à parte do surrealismo que lhes é inerente e bastante presente, evidentemente) e misturam-se com a sua obra em escultura que exponenciam o seu trabalho como artista plástico de uma visão metamorfoseada do mundo, e dos desertos que o acompanharam durante a sua vida.


sábado, agosto 11, 2007

INT. SOMEWHERE IN HOLLYWOOD - NIGHT

fotografias por Annie Leibovitz para a VANITY FAIR

uma incursão pelo mundo do filme noir, com um 'cast' de altas celebridades a assumirem as personagens de uma história de enganos, mistério e crime... um passeio por Mulholland Drive revisitada, a lenda das histórias que só conhecemos nas telas de cinema, capturadas por uma objectiva.
ver mais em vanity fair

quinta-feira, agosto 09, 2007

terça-feira, agosto 07, 2007

foi na última semana de julho. voltei à esmae

Workshop - "O CORPO PENSANTE"

A relaxação, o uso da voz, a escrita, a respiração e a associação livre são alguns dos meios a serem usados neste workshop de forma a encontrarmos os movimentos e as acções que se estão a passar dentro de nós. Exploraremos alguns deles separadamente de forma a incorporá-los mais tarde em processos de improvisação mais longos e mais complexos. A ideia de entrada num estado particular de consciência será muito importante. A consciência e atenção aos sinais interiores e exteriores (awareness), o uso do espaço e a exploração de objectos e materiais não serão esquecidos.
Ironia e mãos vazias levar-nos-ão mais longe.

vera mantero

Para ela a dança não é um dado adquirido, acredita que quanto menos o adquirir mais próxima estará dela, usa a dança e o trabalho performativo para perceber aquilo que necessita de perceber, vê cada vez menos sentido num performer especializado (um bailarino ou um actor ou um cantor ou um músico) e cada vez mais sentido num performer especializadamente total, vê a vida como um fenómeno terrivelmente rico e complicado e o trabalho como uma luta contínua contra o empobrecimento do espírito, o seu e o dos outros, luta que considera essencial neste ponto da história.


domingo, agosto 05, 2007

domingo e agosto


só por fazer um post...

há momentos assim.

don't feel like doing nothing.

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