segunda-feira, outubro 22, 2007

versões de poesia aleatória

1ª versão
"O que se ouvia era amor"

Tudo o que passa, porque passa, é nada
Sou do Povo, sou do Mar
que a Lua em mim nascida em ti morria
nem que não durma
que grande tolo o padre confessor!

Se o destino cruel me nao consente
Uns acham bem, outros não;
Se o que oiço é silêncio
Depois de muito amar, amei-te ainda!
O que se ouvia era sempre o dobrar dos sinos.

Quando castos os Deuses se tornaram,
Na canícula dentro fulgurante
Tantos olhares de ódio
A sombra entre a mentira e a verdade...
até ao fim.

Saudosamente recordo
A borboleta que poisou
Cavell, nome de virgem feita estrela,
Coxa, boca,abraço, esteira
Em cada dia há mais dor.

E ainda, Ninfa minha, não bastava
A forma como eu dava...
(Não conseguia afastar o meu olhar)
Lutar contra o coraçãoé difícil.

2ªversão
"O que se ouvia era amor v.2"

Tudo o que passa, porque passa, é nada
que a Lua em mim nascida em ti morria
Uns acham bem, outros não.

Se o que oiço é silêncio
Depois de muito amor, amei-te ainda.
O que se ouvia sempre era o dobrar dos sinos!

Saudosamente recordo
Em cada dia há mais dor
Coxa, boca, abraço, esteira...

Lutar contra o coração é difícil!

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