sexta-feira, janeiro 04, 2008

hiroshima mon amour

leio...
a persistência da memória.
encontros do acaso, encontros que todos temos
Marguerite Duras escreve o guião de um filme, um filme sobre um filme sobre a paz que é feito em hiroshima (e se um filme fosse rodado em hiroshima seria sobre o quê?!) e sobre a actriz, a mulher francesa que se perde entre hiroshima e Nevers, entre um amante e outro...ou o mesmo, ou há outra mulher, uma enfermeira... Duras abre as possibilidades deste encontro. a história do encontro sobrepõe-se a tudo o que acontece em redor... em hiroshima existiu o sofrimento e agora, só a memória de Nevers e ela e ele.
... a verdade é que há um infinito número de possibilidades depois do encontro...


"Por todo o mundo as pessoas encontram-se. O que importa é o que se segue a esses encontros quotidianos."

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