sábado, agosto 01, 2009

chuvas de agosto

Lentamente os olhos recobram a energia suficiente para deixarem a luz entrar, a luz que interrompe a escuridão do quarto onde adormeci, horas atrás, sobre a cama desfeita e o corpo molhado de uma chuva inesperada.
Chuvas de agosto que molham as ruas, em gotas pesadas e espessas que se estilhaçam no chão deixando marcas abstractas que anunciam um asfalto húmido e subjugado ao torrencial cair da água.

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